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Quadrinhos Ratolândia experimento sobre drogas por Stuart McMillen. Lamparina do Eremita - cartum Led Zeppelin.Desenho garota festa olhando pílula droga. Cartum demônio fantasma dentro droga. Nossa compreensão sobre a dependência, e nossa compreensão sobre as drogas é criada por muitas suposições. Uma das maiores suposições é que as drogas são sedutoramente viciantes, e que a dependência é causada pela mera exposição a estas substâncias enfeitiçantes.Cartum cirugia rato. Desenho tubo na veia jugular. Rato dentro gaiola rack preto e prato. Nos anos 1950 e 60, a ‘prova’ científica veio de experimentos em ratos. Os ratos foram conectados cirurgicamente em aparelhos de auto-injeção...colocados em gaiolas isoladas...e treinados a auto-administrar as drogas pressionando uma alavanca no interior da gaiola.Cartum rato dentro Caixa de Skinner. Desenho de rato engaiolado pressionando alavanca. Os pesquisadores observaram os ratos engaiolados auto-injetarem poderosos psicofármacos. Dominados por seus hábitos, alguns ratos escolheram injeções de drogas em preferência a alimentos e água. Suicidaram-se por negligência.Cartum pesquisadores comparando notas. Cientistas homens preocupados, com um papel. As implicações eram sombrias e preocupantes. Parecia que as drogas seriam capazes de infligir um terrível mal ao auto-controle dos indivíduos...e que se as drogas estivessem tão livremente disponíveis para as pessoas quanto estiveram para ratos de laboratórios...as consequências certeiras seriam vício em massa e crise social.Cartum Professor Bruce Alexander segurando rato. O professor Bruce Alexander pensava de outra forma. Ele questionava o quanto aprenderíamos sobre a dependência humana estudando ratos. Ele questionava o quanto aprenderíamos estudando ratos em isolamento.Quadrinhos ratos dentro de gaiola. Cartum homem dentro de cela, experimento droga. Descendente de ratazanas selvagens, os ratos albinos de laboratório permaneceram criaturas curiosas, gregárias e sociáveis...então a privação sensorial dos clássicos experimentos com drogas era praticamente tortura para eles. Alexander se questionou se ele também mergulharia nas drogas se fosse trancado em uma caixa e não tivesse outra opção.Cartum cientistas com fantasia dos Caça-Fantasmas e desenho de lamparina. Em 1977, o Prof. Alexander montou uma equipe de pesquisadores na Universidade Simon Fraser. Bruce Alexander. Barry Beyerstein. Robert Coambs. Patricia Hadaway. A equipe decidiu repetir o clássico experimento com ratos e drogas...mas com algumas diferenças cruciais.Cartum do ângulo inferior de homem pegando seringa. Desenho em cartum da abertura da porta da masmorra. O experimento investigaria o poder de dependência de drogas usando morfina...um parente próximo da heroína, afamada como “irresistível” e “destruidora de vidas”. A equipe se aventurou corajosamente no obscuro domínio da dependência de drogas, perguntando-se o que iriam encontrar.Cartum visão isométrica laboratório rato rack gaiola. Os pesquisadores usaram uma sala grande dentro da universidade e começaram a preparar um experimento cuidadosamente controlado. Em uma parte da sala eles colocaram uma série de gaiolas de arame convencionais (18 x 25 x 18cm). As paredes de metal das gaiolas isolariam esses ratos, evitando que eles tivessem contato físico ou visual.Cartum visão isométrica oficina de carpintaria. Desenho caixa de madeira. Na outra parte da sala, os pesquisadores construíram um grande recinto de compensado. Medindo 8.8m², o recinto tinha mais de 200 vezes a área das gaiolas padronizadas de laboratório.Desenho ângulo superior recinto dos ratos. Cartum ratos, latas, rodas. Os pesquisadores pintaram as paredes com cenários de florestas e ambientes naturais. Eles cobriram o chão com serragem aromática para os ratos fazerem ninhos... ...e deram aos ratos caixas e latas para se esconderem ou brincarem.Cartum pesquisadores Ratolândia ângulo alto gaiolas laboratório. Importante: os pesquisadores deram aos ratos outros ratos para brincar, brigar, acasalar e interagir. Satisfeitos que haviam criado um paraíso para roedores...eles chamaram o recinto de 'Ratolândia'...e começaram os experimentos com os ratos.Desenho cientista feminina segurando rato de laboratório. Cartum rato dentro gaiola, pesquisador olhando dentro. O experimento de 'sedução'. 32 ratos (16 machos / 16 fêmeas) foram distribuídos aleatoriamente nas gaiolas isoladas ou na colônia habitacional da Ratolândia. Os pesquisadores deram a ambos os grupos de ratos a escolha de dois líquidos...e mediram seu consumo.Cartum gaiolas ratos bebendo de tubos, desenho preto e branco. Dias 1-3. A equipe percebeu que os dois grupos de ratos amavam fluidos açucarados (um xarope de sacarose)...e odiavam fluidos amargos (uma solução de quinino sem adição de drogas). Dias 4-8. Os pesquisadores também testaram em ambos os grupos uma solução sem droga de quinino e sacarose para avaliar seu paladar agridoce.Cartum Ratolândia ângulo superior ratos tubos de alimentação. Já tendo entendido o paladar dos ratos, os pesquisadores começaram a tentar seduzir os ratos a beberem morfina. (Morfina: uma droga opiácea semelhante a heroína.) Imaginando que os ratos iriam evitar a droga pelo seu gosto amargo, a equipe 'adoçou a proposta'...adicionando várias proporções de açúcar para persuadir os ratos a beberem morfina.Cartum ângulo inferior cientistas Caça-Fantasmas pegando frasco. Água açucarada / Morfina. Os pesquisadores 'tiravam o doce' das misturas a cada 5 dias. Gradualmente transformando o líquido narcótico e amargo em uma mistura doce, mas ainda assim com a droga. Alexandre e sua equipe observaram cuidadosamente a tolerância dos ratos ao gosto ruim para poder experimentar os efeitos da droga morfina. Será que os dois grupos de ratos iriam consumir as drogas em níveis diferentes de açúcar?Desenho de ângulo superior de rack de ratos de laboratório. Cartum Ratolândia gaiolas de ratos. Dias 9-13: No início, todos os ratos evitaram as soluções de morfina extremamente amargas...mas conforme os pesquisadores baixaram a morfina (Dias 14-18), os ratos começaram a experimentar os líquidos mais doces. Os ratos isolados nas gaiolas começaram a beber morfina muito antes do que os da Ratolândia...e em quantidades muito superiores: o consumo nas gaiolas foi até 19 vezes maior do que na Ratolândia para certas doses.Cartum ângulo superior ratos da Ratolândia e ratos engaiolados. Enquanto os ratos engaiolados pareciam mergulhar com satisfação no mundo das drogas...os ratos da Ratolândia resistiram. A morfina disponível à vontade ficou praticamente intocada na Ratolândia...onde os ratos aparentemente preferiam uma vida social sem interrupções pelos efeitos da morfina.Desenhos preto e branco close-up rato. Cartum Ratolândia roda. Dias 19-23. Os pesquisadores aumentaram o açúcar...e os ratos engaiolados mergulharam ainda mais em sua narcose. Mas mesmo assim os ratos da Ratolândia evitaram a morfina que estava livremente disponível. O consumo na Ratolândia subiu, mas permaneceu apenas uma fração da de seus vizinhos solitários.Cartum ângulo superior pesquisadores Ratolândia observando ratos. Dias 24-28. Por fim, a equipe de Alexander ajustou a proporção açúcar/droga em um coquetel ao qual nenhum dos ratos podia resistir. Os ratos que tinham evitados a mistura com muita morfina, começaram a beber o xarope doce com um teor “light” de narcótico. Os pesquisadores estavam convencidos de que os ratos estavam evitando os efeitos das drogas, não o sabor.Cartum pesquisador Robert Coambs segurando recipiente morfina desenho gaiolas ratos. Para isso, em um experimento paralelo, a equipe descobriu que a aversão dos ratos à água com morfina e açúcar podia ser revertida pela adição de naltrexona no líquido. O aditivo funciona como um antídoto à morfina: neutraliza os efeitos da droga, mantendo o sabor açucarado. Os ratos passaram a mamar misturas antes evitadas, agora que estavam aditivadas com naltrexona...aprendendo que beber não iria entorpecer seus sentidos.'Largando o vício'. Outro experimento da Ratolândia testou a natureza “viciante” dos opiáceos na direção oposta. Em vez de tentar seduzir os ratos em iniciar voluntariamente o vício em morfina...os pesquisadores deliberadamente viciaram os ratos e depois observaram o que aconteceria quando novamente tivessem opções de escolha.Desenho ratos correndo rodas. Cartum demônios fantasmas sobre ratos. Os pesquisadores estavam investigando os sintomas de abstinência da dependência de drogas...e o conceito que sugere que o efeito fisiológico de abandonar opiáceos é tão insuportável que seus usuários não conseguem parar seu vício.Cartum pesquisadores ajustando equipamentos experimento Ratolândia. Os pesquisadores pegaram 32 novos ratos...(10 no isolamento, 22 na Ratolândia)...e os colocaram em um regime de líquidos projetado para produzir tolerância e dependência física em cada rato.Cartum ângulo inferior ratos dentro de gaiolas de malha de arame. Na maioria dos dias, os ratos não receberam outro líquido além da solução de água com morfina. A equipe fragmentou o experimento em nove “dias de escolha”: dias em que os ratos podiam escolher entre água e água com morfina. Será que os ratos viciados iriam escolher a água ou as drogas?Cartum preto e branco rato dentro gaiola, pesquisador olhando dentro. Os resultados mostraram tendências claras nos “dias de escolha”: Os ratos isolados continuaram seu estupor morfínico e até aumentaram o seu consumo nos “dias de escolha”. A história no outro lado da sala, na Ratolândia, foi diferente. Embora fisicamente dependentes da morfina, os ratos da Ratolândia diminuíram o uso de drogas nos “dias de escolha”. Os trêmulos ratos apresentaram claros sintomas de abstinência. Mesmo assim, os ratos da Ratolândia evitaram a morfina.Cartum família ratos inquietos experimento de drogas Ratolândia. Os ratos de ambos os grupos eram fisicamente dependentes de morfina, mas se comportaram de maneiras distintas. Para Alexander e sua equipe, os ratos da Ratolândia escolheram aguentar os sintomas de abstinência da morfina...tentando deliberadamente retornar a uma vida social sem as perturbações dos efeitos das drogas. Uma vida social “normal” que não era disponível para os ratos engaiolados.Desenho cientistas Ghostbusters segurango cartum lampiões, tochas, lanternas. Bruce Alexander e sua equipe fizeram vários experimentos dentro da Ratolândia.Juntos, a equipe explorou com seus luzeiros as profundezas escuras da base da teoria sobre a dependência de drogas...tentando cercar e enfrentar as evidências que estão no coração dos argumentos que criminalizam o uso de drogas.Cartum demônios fantasmas fugindo do brilho da luz. Encurralados pelo clarão examinador dos focos de luz dos pesquisadores...os medos básicos que estão por trás dos argumentos de proibição das drogas pareciam muito menos assustadores. Os estudos da Ratolândia foram parte das evidências que viraram o jogo dos contos de terror sobre as “drogas demoníacas”...em direção a uma compreensão mais multifacetada das drogas e do vício.Cartum Bruce Alexander homem sentado em escritório na escrivaninha. O Prof. Alexander observou três pontos em comum nos experimentos da Ratolândia: I: Apesar da reputação da heroína como “droga demoníaca” viciante...os pesquisadores tiveram grande dificuldade em persuadir os ratos a usarem drogas. Longe de ser um veneno irresistível...açúcar, habituação forçada e isolamento foram essenciais para fazer os ratos quererem beber a mofirna.Cartum desenho ratos. Paródia capa Led Zeppelin II. Arte em quadrinhos Led Zeppelin III preto e branco. II: Dada a oportunidade de viver em uma sociedade “normal”, com habitações confortáveis e contato social...os ratos que viviam na Ratolândia tinham pouco apetite por opiáceos. III: A dependência química não foi o fator mais forte a influenciar os hábitos dos ratos. Ao invés de serem enfeitiçados pelo vício de forma idêntica...o consumo de droga dos ratos variava conforme os contextos físico, mental e social.Desenho homem atravé da janela da porta. paródia capa Led Zeppelin IV. Cartum preto e branco capa Houses of the Holy. Sala da Ratolândia. Desativado. A universidade cancelou o financiamento da pesquisa em 1982...a madeira compensada foi cortada em pedaços...os ratos foram retirados de seu paraíso...e os pesquisadores encontraram outros projetos.Desenho Bruce Alexander andando pela rua. Cartum paródia capa do álbum Physical Graffiti do Led Zeppelin. Bruce Alexander foi cauteloso em evitar que os resultados da Ratolândia fossem generalizados de forma exagerada...e evitou os erros dos pesquisadores dos anos 1960, que aplicaram aos humanos as suas descobertas sobre a auto-injeção de drogas em ratos.Desenho ângulo superior homen sentado na mesa. Cartum preto e branco paródia capa do álbum Presence do Led Zeppelin. No entanto, os resultados do estudo ainda o perseguiam. O que houve na “Ratolândia”, que permitiu que seus moradores evitassem o vício, apesar das drogas estarem livremente disponíveis?Arte quadrinhos paródia capa In Through the Out Door. Desenho cartum preto e branco barman John Bonham. E o que houve naquelas gaiolas que levou os ratos a se perderem no consumo de drogas? Será que os humanos precisariam serem trancados em gaiolas para se sentirem da mesma maneira? Ou existem outros tipos de isolamento que podem levar ao vício?Desenho cartum ângulo inferior Porto Central de Vancouver. Homem passando mendigo sentado na rua. O trabalho de Bruce Alexander ultrapassou o mundo dos ratos...para o mundo das pessoas...mas continuou perseguido por uma questão persistente dos experimentos da Ratolândia:Cartum panorama longa distância horizonte Vancouver. Desenho preto e branco homem atravessando a rua. E se a diferença entre ser ou não ser viciado em drogas...for a diferença entre se perceber tendo um lugar no mundo...Desenho cartum preto e branco mendigo empurrando carrinho de compras. ...ou ver seu mundo como uma gaiola?

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Os experimentos de Bruce Alexander e sua equipe, intitulados de “Ratolândia” nesta HQ, foram originalmente nomeados em inglês como “Rat Park”. Em português as vezes eles também são chamados de “Parque dos Ratos”.

Para maiores informações, visite O problema é a jaula.

Se quiser conhecer outra HQ sobre drogas, por favor leia Guerra às drogas.

Comentários

Edgar

26 abril 2017

Muito bom memso, obrugado!

Allyne

9 abril 2017

Adorei seu trabalho! Muito bom!

Prioridade: Crack S.A ou um Governo Catalisador de Empreendimentos Inspiradores? | reestruturador

7 fevereiro 2017

[…] A famosa experiência da Ratolândia nos anos 60 foi elaborado com dois grupos de ratos ? (A) um confinado em solitárias e outro (B) em amplos espaços com recreação. Ambos tinham disponíveis doses iguais de drogas potentes, tipo heroína. Uma conclusão rápida que pode ser melhor observada no link a seguir, é que os ratos que tinham uma boa vida recusavam-se a se viciar enquanto aqueles sem perspectiva se drogavam muito mais, às vezes até morrer. http://www.stuartmcmillen.com/comics_pt/ratolandia/ […]

luiza

30 outubro 2016

olá realmente se explica o porque de se entregar ao mundo das drogas, a oferta existe livremente querendo ou não, vai depender de você, de como você se encontra e se enquadra na sociedade. Você está livre nela e realizado? ou ela te prende e te destrói?, realmente o meio em que vivemos influencia aos nossos comportamentos, e isso é algo individual.

Rubens.espejo

19 setembro 2016

Excelente trabalho.

Rubens

19 setembro 2016

Brilhante! Excelente didatica.

Renata

3 agosto 2016

Parabéns, o material é muito didático!

Rodrigo Valle Cezar

20 julho 2016

Muito bom os quadrinhos, didático e com assuntos polêmicos!! Vocês tem versão impressa destas histórias?

diego

18 julho 2016

Muito bom, assunto muito interessante!

Maria de Fátima Justino

14 julho 2016

Adorei!! É perceptível que pessoas isoladas e solitárias procuram alguma maneira de sentirem prazer, independentemente se aquilo as fará bem ou mal. O ser humano é um ser sociável por natureza. Quando cessada esta condição, a pessoa tende a entediar-se e procurar outros meios de prazer. Muitas vezes procuram as drogas, que lhes garante momentos de felicidade em meio a solidão em que vivem.

Joao Phelipe

13 julho 2016

Good Job

Rosa Rocha

8 julho 2016

Muito positivo este experimento! Na atual febre de tecnologia, as pessoas estão cada vez mais se isolando em um mundo virtual!!!

Luis Carlos Hernandez

8 julho 2016

Muito Bom!! Parabéns Pelo Trabalho!!

gustavo

8 julho 2016

Muito bom!!!!

Luani

18 junho 2016

Uau!!! Genial essa forma de contar o experimento. Meus parabéns!

Laysa Andrade

17 junho 2016

Olá, parabéns e obrigada pelo texto. Eu estou no 5º período de Psicologia e junto com meu grupo de pesquisa estamos pensando em reaplicar esse experimento. Como percebi que você fala bem no texto sobre o experimento, gostaria de saber se você tem mais informações sobre a pesquisa. Na verdade estamos atrás da publicação original ou algo similar. No que puder ajudar ficarei muito agradecida! Mais uma vez, meus parabéns e sucesso!

Marcos

22 maio 2016

Muito bom o projeto, amigo! Que tenha mais ideias como essa!

Maria Rocha

1 maio 2016

Parabéns pelo material.Isso nos leva a refletir sobre as drogas licitas.Sobre a velocidade em que as mudanças ocorrem no mundo moderno e nem todas as pessoas conseguem acompanha-las.Com isso formamos as nossas Rotolandias e Ratoeiras invisíveis.

Norma Volpi

25 abril 2016

Parabéns, nos deixou uma reflexão importantíssima. Temos que pensar juntos sobre estes resultados.

Karen Pedregal

6 abril 2016

Fantástico. Parabéns pelo trabalho.

Eric dos Santos

4 abril 2016

Sensacional! Meus parabéns pelo trabalho. Grande abraço!

Lucas Eduardo

3 abril 2016

Gostei muito do seu trabalho, parabéns!

Carol Ferreira

2 abril 2016

São dedicações desse tipo que chama atenção de quem muitas vezes não tem. E o olhar atencioso de quem enxerga com os corações alheios. Parabéns pelo trabalho, pela sensibilidade!

Yasmin Viana Ribeiro de Almeida

1 abril 2016

Sensacional. Parabéns pelo trabalho

Lara

31 março 2016

Maravilhoso <3 <3 <3 Não tenho paralavras para descrever o quanto seu trabalho é maravilhoso! É uma descrição de um experimento cientifico com muito sentimento! Parabéns, belíssimo

Camila Carolina Magalhães de Miranda

30 março 2016

Excelente trabalho! "Traduzir" a linguagem científica (que geralmente é tão inacessível) ainda é algo muito raro, e ver esse trabalho sendo tão bem feito e tão comprometido com um pensamento questionador é uma delícia de se ver.

Jose Amarildo

29 março 2016

Olhando alguns comentários, eu percebo que ainda com tais evidências, mesmo que elas nos produzam ainda mais dúvidas, vejo que alguns ainda continuam com suas mesmas certezas e são inclusive taxativamente favoráveis quanto a proibição legal das drogas, sem apresentar nem mesmo uma sombra de dúvida.

Thiago

27 março 2016

É óbvio que pessoas socialmente e psicologicamente mais saudáveis e equilibradas irão se meter menos com drogas, e pessoas mais solitárias , depressiva, com problemas sociais, irão se meter mais com drogas. A única coisa que o experimento provou foi essa obviedade. Isso de forma alguma poderia ser usado como um argumento "libera todas as drogas, o problema não é esse". A luta contra o vício em uma sociedade também é um problema policial sim, passa por diminuir a criação/produção/distribuição dessas substâncias, deixando-as menos disponíveis. E TAMBÉM criando casas de apoio, centros de saúde, campanhas de conscientização, incentivo da religiosidade, enfim, uma série de elementos que em conjunto trabalham juntos para retirar essas pessoas das drogas e impedir que outras entrem.

Eliane Rodrigues

23 fevereiro 2016

Achei complicado e muito detalhista - já havia lido sobre esta experiencia de maneira mais objetiva e direta - enfim - também penso que quem tem propensão ao vício é porque necessita viver nesta própria gaiola e ainda digo mais - ele se refugia nesta gaiola - se sente oprimido. Se lhe dessem a chance de se sentir bem, fazendo o que gosta, o que quer, sendo considerado e não culpado por algo, ele deixaria a droga e conseguiria viver na realidade.

MACONHA: A PORTA DE ENTRADA PARA O QUÊ? | Ano Zero

4 fevereiro 2016

[…] Estudos realizados por Bruce Alexander: http://www.stuartmcmillen.com/comics_pt/ratolandia/ […]

luiz Fernando Campbell gama

23 janeiro 2016

Fantástico a matéria. ..faço um trabalho social de ajudar com palestras 100 desconectados (chamados viciados ).

marlon

4 janeiro 2016

Gostei da forma de trazer a luz do debate um assunto tão difícil de enxergar,devido ao nosso condicionamento, quanto atual.

Luiz Phelippe

2 dezembro 2015

Esse experimento ampliou minha visão sobre substâncias psicoativas. Interessante salientar que questões sociais e as condições em que alguns sujeitos estão inseridos proporcionam fácil acesso às substâncias, bem como auxiliam a "suportar" a realidade. O que me preocupa é o isolamento acerca da comunicação devido as redes sociais e tecnologias.

Vera Rodrigues

26 novembro 2015

A Guerra às Drogas na Ratolândia, no meu entender mostra que quando o nosso mundo interior se encontra em conflito, ou em uma situação de desiquilibrio, buscamos a fuga para tentar sair desta situação para termos um alívio, nos iludindo que tudo esta bem naquele momento.

ERLON COUTO ZACARIAS

13 novembro 2015

O contingente de viciados e drogadictos, sejam pelas drogas lícitas e/ou ilícitas somam-se aos milhares de CONSUMIDORES que dão volume a um mercado de lucratividade bilionária por parte dos narcotraficantes, empresas farmacêuticas, políticos, governantes... sendo que a valorização de grande parte das drogas está em sua proibição-criminalização. Ver: A HISTÓRIA da MACONHA em https://www.youtube.com/watch?v=YoZiy1duzU4

Paulo Afonso Magnago

4 novembro 2015

Muito boa as pesquisas realizadas com ratos, penso que com o ser humano seria exatamente igual, pois gente precisa de gente (boa). na solidão tendemos a buscar saídas mágicas, pois ficamos muito vulneráveis.

Ilza Antonia de Souza

17 outubro 2015

Lazer, Lazer, Lazer, juntamento com familia, amigos, qualidade de vida, só isso é preciso pra formarmos uma comunidade bem com ela mesma, abolindo às drogas e sem precisar usá-las pra serem completos e felizes..

Janaína Melo

9 outubro 2015

Quando se tem uma vida social saudável,se adquiri mais resistência em entrar no mundo das drogas.O convívio social é indispensável na vida do ser humano.

Augusto Cesar Jação

4 outubro 2015

Um mundo com tamanha informação e disponibilidade tecnológica em vez de aproximar as pessoas tem deixado elas cada vez mais sós e vazias, esse vazio (ratos presos em gaiolas) têm feiro com que milhões de pessoas busquem um sentido nas drogas, uma maneira de fugir da realidade do dia a dia. Enquanto que as pessoas sadias que se relacionam de forma saudável com seus familiares e amigos (ratos na Ratolândia) não sentirão o desejo que os outros sentiam, e terão maior resistência em se tornar usuários.

luciana

2 outubro 2015

importante conhecer a história do consumo das drogas, como cada época vivenciou e as experiências realizadas Bruce Alexandre deixou um questionamento "perceber ter um lugar no mundo ou ver o mundo como uma gaiola?" que já traz a resposta não só para a questão das drogas, mas também para a depressão e muitas outras questões

MACONHA: A PORTA DE ENTRADA PARA O QUÊ? | Tempo de Consciência

24 setembro 2015

[…] Estudos realizados por Bruce Alexander: http://www.stuartmcmillen.com/comics_pt/ratolandia/ […]

A molecada da Fundação Julita tá agilizada contra o lugar-comum dos proibicionistas : DAR – Desentorpecendo A Razão

8 setembro 2015

[…] né? Tem um texto e uma história em quadrinhos que explicam perfeitamente como o experimento se relaciona com nós seres humanos e mostra que uma […]

MACONHA: A PORTA DE ENTRADA PARA O QUÊ? | Henrique Sampaio Goron

4 setembro 2015

[…] Estudos realizados por Bruce Alexander:http://www.stuartmcmillen.com/comics_pt/ratolandia/ […]

Pricy

4 agosto 2015

Estou em tratamento contra a depressão desde maio de 2014, e minha psicologa recomendou ler esse artigo. Tenho sério problemas de concentração e ansiedade, talvez não tão serios mas que podem me prejudicar. Os ratos não apresentam nenhum comportamento agressivo, apenas indução. Minha "gaiola" me induz a ficar triste.

Renadson Augusto

24 junho 2015

Muito interessante o modo de se contar a história!!! Parabéns pela criatividade do responsável pelo trabalho... Vou recomendar!

Rubens carvalho

23 junho 2015

sensacional! Só sugiro que haja um link pro estudo Original do Bruce Alexander pra quem tiver interesse em estudar mais! Obrigado!

Alessandra Berardo Sabbattinni

22 junho 2015

Maravilhoso! Analogia perfeita sobre a necessidade da descriminalização das drogas . Como realmente a gaiola que nos aprisiona nos expõe aos riscos de perdas e danos colaterais evitáveis .Parabéns!

Paulo Eduardo Marcolino

21 junho 2015

Se é preciso desenhar para compreender, desenhado está!

História em quadrinhos: divulgando ciência para crianças e adolescentes | MUDI

18 maio 2015

[…] http://www.stuartmcmillen.com/comics_pt/ratolandia/ […]

Ennya

17 maio 2015

Caramba... Tem muito sentido nesses quadrinhos. muito bom.

Johnny Lopes

16 maio 2015

Adorei. Muito bom!

DEisy

12 fevereiro 2015

Parabéns pelo trabalho! quadrinho lindo e mega interessante!

Maria Eugênia franco de Faria Guarnieri

5 fevereiro 2015

Obrigada Bruce Alexander e equipe pelo experimento! Todo ser vivo precisa de cuidado, carinho,atenção, convívio,compreensão, ou seja, suporte, para viver bem e ser forte diante das dificuldades da vida!

Fátima

4 fevereiro 2015

Belo experimento! Acredito que muitas pessoas procuram as drogas para se libertarem do mundo ou da gaiola em estão vivendo...

Letícia

24 janeiro 2015

Adorei, o trabalho é importantíssimo para desmistificar alguns preconceitos.

jocilea figueira

22 janeiro 2015

Acho que o ser humano vive sim dentro de mundo em forma de gaiola imaginaria,mas como liberta-los?

eita

21 janeiro 2015

Topeira , não entendeu nada lol

Helder Avelin Castro

16 janeiro 2015

Muito bom, vamos combater o proibicionismo!!!!

Solange

2 janeiro 2015

Um aprendizado muito importante uma pesquisa, um estudo, e um laudo, uma ação mediante esforço organizado e pactuado, visando a descoberta o que leva a necessidade da droga.

flavia

31 dezembro 2014

Muito bom! Divulgação do outro ponto de vista tão evitado e rechaçado de forma bela e interessante, enfrentando um dos nossos muitos tabus, ainda em 2014.

Renan Alves Cordeiro Martins

31 dezembro 2014

Explicação muito bem ilustrada e bem didática. Esse é o caminho para buscarmos gradualmente um debate mais amplo sobre as drogas. A escassa informação fidedigna, sem sensacionalismo e mitos, é um dos pontos que devemos melhorar. Esse quadrinho instiga a curiosidade e constrói conhecimento com base em fatos acerca das drogas. Parabéns!!

Leonardo Alves

31 dezembro 2014

Parabéns pelo trabalho ... reflexão muito profunda e importante para todos nós, ratos em nossas próprias gaiolas!

Fabio Guilherme Ferraz

30 dezembro 2014

Muito interessante e elucidativo! Meus parabéns e obrigado por nos proporcionar o acesso a esta história tão rica de um fato tão importante e decisivo para o estudo das drogas psicoativas e da ciência em geral!

Rodrigo Fernandes

30 dezembro 2014

Deveria ser encadernado pelo MEC e distribuído em escolas.

Edgardo

30 dezembro 2014

MAGNÍFICO TRABALHO e MAGNÍFICA VERSÃO DO TRABALHO !

regina

30 dezembro 2014

didático criativo, elucidativo, social e humano!!

Ana Lúcia

28 dezembro 2014

Hist´ria muito didática, linguagem simples e clara! deveria ser divulgada em rede nacional! Pretendo apoiar o artista. Nossa PMSP precisa saber que só internar as pessoas isola mas não resolve!

ir. Maria Inés Sanchez

27 dezembro 2014

O material é excelente e claro no conteúdo!

Tio do Computador

18 dezembro 2014

Quero esfregar isso na cara dos policiais quando vierem na minha escola com aquele papinho de "diga não às drogas". É uma questão importantíssima! Parabéns ao artista pela escolha do tema, o desenho expressivo e os tra?os limpos!

Monica

25 novembro 2014

Thank you!!!!!!!!

Diego DUenhas

24 novembro 2014

Motivador demais! Estou emocionado pra caraleo... Parabéns e obrigado!

Bety

24 novembro 2014

Como ouvi de um dependente uma vez: O VICIO É SÓ A CEREJA DO BOLO .... vem de todo um contexto familiar e social e que faz com que alguns sujeitos se fechem em seu mundo (gaiola). E mais "coisinhas" como o mecanismo chave-fechadura e fatores genéticos. Nem todos conseguem criar vastas e boas possibilidades.

Pedro

24 novembro 2014

Meu deus que foda.

Marco Manucci

14 outubro 2014

Sensacional!!!!!

Eduardo

22 agosto 2014

o tratamento fisiopatológico supera o bioquímico!

TIAGO LOPES DE SOUZA

20 agosto 2014

Muito interessante! Gostei bastante, parabéns!

Claudio

11 agosto 2014

Excelente, muito boa as aparições "subliminares" do Led Zeppelin, rá!

Rodrigo Leão

25 julho 2014

Muito legal o trabalho!! Adorei!! Parabéns e sucesso!!!

f

17 julho 2014

a discriminação e o preconceito é uma forma da sociedade dizer aos diferentes q não tem espaço ou direito d existir.

Ratolândia e outras histórias: a guerra contra as drogas | PECEP

17 junho 2014

[…] efeitos do ambiente sobre ambos. Você pode encontrar uma versão em quadrinhos desse experimento aqui. Basicamente, o professor Bruce Alexander notou uma possível falha nos experimentos anteriores: […]

Elizabeth M Kiraly

7 maio 2014

Gostei...PERCEBER TENDO UM LUGAR NO MUNDO...... isto

David

28 fevereiro 2014

Parabéns! estou estudando a respeito do vicio, lauren slater, também merece prestigio, vou contribuir com toda certeza.

Para muito além das atitudes… Quadrinhos com reflexão sobre a importância do ambiente social no vício. | inédita

25 fevereiro 2014

[…] Confira em http://www.stuartmcmillen.com/comics_pt/ratolandia/ […]

Caio

20 fevereiro 2014

Muito bom, parabéns!

Marcilio

20 fevereiro 2014

Parabéns! Um belo trabalho de difusão científica, espero que ele inspire muitos pesquisadores.

Conheça a Experiência com drogadição da Ratolândia | Movimento Nacional Antiproibicionista

18 fevereiro 2014

[…] passou a influenciar profissionais de saúde em todo o mundo, está descrita até em formato de quadrinhos ? inclusive traduzidos para o português (veja-os ao fim deste post). O fato de prevalecer até […]

Ana Terra

7 fevereiro 2014

Os ratos, poderiamos ser nos e os cientistas os nossos Deuses... Parabens!

Vicente

6 fevereiro 2014

Concordo com todas as palavras do Jorge. Cada um enxerga o mundo de forma diferente, generalizações nunca funcionam.

Jorge

4 fevereiro 2014

É uma discussão de surdos. Parece óbvio que o vício tem ligação profunda com a sensação de não pertencimento á sociedade, á uma insatisfação existencial ligada á diferença entre o que a vida é e o que a vida pode ser. Mas... Como resolver isso? Legalização seria apenas isso, legalização. Que medida coletiva surtiria efeito quando o conceito de "estar preso em uma gaiola" é tão individual?

doug_bc

1 fevereiro 2014

Sensacional! O quadrinho e sua narrativa estão no mesmo nível desse experimento genial.

Cristiano

1 fevereiro 2014

Resumindo, o vício em açúcar é maior que na morfina, quantos raros da ratolândia desenvolveram diabetes?

Cristiano roberto

30 janeiro 2014

Ficou incrível. Uma sugestão: que tal o experimento do Stanley Milgram?

Leonora

30 janeiro 2014

Excelente!

Sandro Góes

30 janeiro 2014

Parabéns! Ficou FANTÁSTICO!!

Helena

29 janeiro 2014

Beautiful social work! Congrats!

Thiago

29 janeiro 2014

Gostei :D

Bruna D. Chimelo

29 janeiro 2014

Great!

Luiz

28 janeiro 2014

A Gaiola pode ser a clínica de reabilitação. Mas mais do que isso. Muita gente atualmente não vê um sentido da vida, um lugar para elas no mundo. Se sentem perdidas e isoladas. Aquele trabalho chato, a sociedade injusta, etc. O Mundo sem lógica, sem perspectivas, seria sua gaiola. Entendeu?

Claudio

27 janeiro 2014

Thanks for this work.

Francisco Chagas

25 janeiro 2014

O que vc quer dizer com gaiola? é o proibido que atrai?

Dario

25 janeiro 2014

Excelente! Muito obrigado.

Betânia Maria

24 janeiro 2014

Muito interessante esta pesquisa.

reflexão sobre a humanização no trato com as drogas | Filosofia Animada

24 janeiro 2014

[…] click na imagem para ter acesso ao HQ Ratolândia de Stuart McMillen […]

Dependência de drogas: o problema é a gaiola | ? KratsPsiquê

24 janeiro 2014

[…] passou a influenciar profissionais de saúde em todo o mundo, está descrita até em formato de quadrinhos ? inclusive traduzidos para o português (veja-os ao fim deste post). O fato de prevalecer até […]

Haddad muito bem: é a atitude que sacode! vou desenhar… | Itinga - Lauro de Freitas

24 janeiro 2014

[…] passou a influenciar profissionais de saúde em todo o mundo, está descrita até em formato de quadrinhos ? inclusive traduzidos para o português (veja-os ao fim deste post). O fato de prevalecer até […]

Davy

23 janeiro 2014

Achei o experimento e a conclusão irados, mas tenho umas ressalvas quanto ao formato. Acho que com esse tema aí o cara podia ter tido uma sacadas mais massas, em vez de fazer essa parada super expositiva. Como ele bem esboçou no finzinho, com o quadro em que a luz do pesquisador ilumina o rato e dispersa os fantasmas do vício; e com o quadro que contrasta uma pessoa socialmente inserida (na estrada, horizonte aberto) com um pária (de frente para um muro). Sei não, quadrinhos são uma mídia com tantas possibilidades, dá para fazer altas coisas até com formato de balões e letreiramento. Mas isso deve ser frescura de entusiasta. A opinião que o autor expõe como a do pesquisador é bem clara , e eu acho que, no fundo, é o que importa. Opinião de que eu partilho, inclusive.

Socialista Morena » Qual a diferença entre crack e cocaína? A classe social de quem consome

23 janeiro 2014

[…] Clique aqui para assistir o quadrinho online Ratolândia, de Stuart McMillen, onde ele conta a história de […]

Thalyse

23 janeiro 2014

Muito bom mesmo! Parabéns pelo excelente trabalho e iniciativa!

Dependência de drogas: o problema é a gaiola | Liberdade! Liberdade!

22 janeiro 2014

[…] passou a influenciar profissionais de saúde em todo o mundo, está descrita até em formato de quadrinhos — inclusive traduzidos para o português (veja-os ao fim deste post). O fato de prevalecer […]

Carol

22 janeiro 2014

muito bom cara! parabéns!

Evelin Limeira

7 janeiro 2014

Adorei.

Pedro Paulo

20 dezembro 2013

Excelente trabalho e ótima forma de expor conhecimento. Grato.

Thaynara

19 dezembro 2013

Achei Fantástico! Realmente essa percepção individual do mundo onde vivemos, e do espaço em que nele ocupamos, pode ter grande ligação nas dependências! Parabéns!

Luana

3 dezembro 2013

''E se a diferença entre ser ou não ser viciado em drogas... for a diferença entre se perceber tendo um lugar no mundo... ou ver eu mundo como uma gaiola?'' Fantástico! Gostei muito desse novo ponto de vista sobre as substâncias psicoativas.

Montessori

2 dezembro 2013

Muito bom. Parabéns pelo trabalho!

Carolina L B

2 dezembro 2013

As a Biologist, I was really excited with your work. It is amazing for me when Science is so well explained, in so simple forms, and therefor can reach all kinds of publics. Congratulations!

Alberto

1 dezembro 2013

Que bela análise sociológico-científica, hein, amigão!

Andrei

27 novembro 2013

Good job!

elisabeth

26 novembro 2013

Wonderful, maravilhoso!

Wesley

26 novembro 2013

magnífico.

Gafanhoto

26 novembro 2013

Certíssimo! Perfeito!

Vicente Caldas

3 novembro 2013

Excelente!

Denise Zuma

2 novembro 2013

Muitas vezes, a gente, por decepções vamos nos "engaiolhando", lentamente, sem perceber. Vivendo num mundo protegido, longe dos humanos. Optando por uma exclusão social . Isso nos enfraquece. Vamos adicionando a nossa vida vários meios de fuga, ficando assim, cada vez mais dependentes e fracos. Se, por outro lado , rompemos essa zona de conforto e aprendemos a viver socialmente,(dia a dia) encarando as decepções ficaremos fortes e mais fortes para desejar conviver com outros seres humanos com seus erros e acertos. Principalmente, não sentiremos mais a necessidade de utilizar nenhum meio de fuga!

Os quadrinhos educativos de Stuart McMillen | Torre dos Gurus

1 novembro 2013

[…]  Ratolândia: Um clássico experimento no estudo da dependência de drogas. Será que os ratos escolheriam usar drogas se lhes fosse dado um ambiente estimulante e companhia social? _______________________________________________________________________________________________________ […]

Jefferson Ricando

30 outubro 2013

Uma merda, essa comparação ridícula baseada na mente de um usuário de drogas, querendo justificar seu vício. Ignorando os reais efeitos da droga no organismo e concluindo que basta um "lugar no mundo" decente que inibe os efeitos viciantes, toxicologicos e destrutivos das drogas

Ana Paula

28 outubro 2013

Muito bom! Adorei.

carlos silva

26 outubro 2013

FANTÁSTICO! ESPECIALMENTE A CONCLUSÃO FINAL.

Ana Carmen Oliveira

23 outubro 2013

Congratulations! Marvelous!

Rodolfo Borges

22 outubro 2013

Bravo! Bravo! Parabéns ao artista!!!

Thiago do Vale Costa

22 outubro 2013

Maravilhoso, trabalho que dá acesso a população não excluindo critérios metodológicos essenciais para certificar hipóteses.

DDD (Dica Do DAR) - RATOLÂNDIA: quadrinhos inspirados em estudo com ratos mostram que problema é a jaula, não as drogas - DAR - Desentorpecendo A Razão : DAR – Desentorpecendo A Razão

20 outubro 2013

[…] CONFIRA AQUI A VERSÃO TRADUZIDA PARA O PORTUGUÊS.  Tweet […]

Magno Araujo

18 outubro 2013

Excellent work. High quality. Debate extremely current! The question relates addiction with our perspective of life is controversial and requires multiple viewings. Points to the important issue that is not a drug problem, but the way we relate to it. The way we organize our society!

Magno Araujo

18 outubro 2013

Excelente trabalho. Muita qualidade. Debate extremamente atual! A pergunta que relaciona o vício a nossa perspectiva da vida é polêmica e exige múltiplos olhares. Aponta para a importante questão de que não é a droga, o problema, mas a maneira como nos relacionamos com elas. Ou seja, a maneria como nos organizamos em sociedade.

Pedro Lamarão

18 outubro 2013

Novamente, não apenas genial, quanto informativo. Perseguir "Bruce K. Alexander" na Wikipedia é o próximo passo.

Airton Lima

18 outubro 2013

...mas um argumento (dissublimação) contra a legalização das drogas.

Tiago Irineu

18 outubro 2013

A HQ é simplesmente genial. E muito interessante. Já pensaram em fazer versões impressas? Para divulgar as pesquisas, e os trabalhos do autor. Seria de muita valia. E parabéns ao Stuart pela arte. E aos cientistas que ousam desafiar o senso comum.

Isabela Gatti

18 outubro 2013

Obrigada por me mandar o e-mail avisando dessa nova HQ. Gostei muito do experimento realizado e com certeza faz muito sentido. Gostaria de saber se Bruce publicou algo que eu pudesse ler, como um artigo, dissertação ou tese. A abordagem social sobre a realidade das drogas deve sempre ser repensada. Aqui no Brasil existem muito estudos sociais sobre isso, na tentativa de entender para resolver. Infelizmente são poucas as pessoas que têm acesso a esse tipo de informação. Espero, sinceramente, que isso mude. Parabéns pelo ótimo trabalho!!!

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