Quadrinhos Ratolândia experimento sobre drogas por Stuart McMillen. Lamparina do Eremita - cartum Led Zeppelin.
Desenho garota festa olhando pílula droga. Cartum demônio fantasma dentro droga. Nossa compreensão sobre a dependência, e nossa compreensão sobre as drogas é criada por muitas suposições. Uma das maiores suposições é que as drogas são sedutoramente viciantes, e que a dependência é causada pela mera exposição a estas substâncias enfeitiçantes.
Cartum cirugia rato. Desenho tubo na veia jugular. Rato dentro gaiola rack preto e prato. Nos anos 1950 e 60, a ‘prova’ científica veio de experimentos em ratos. Os ratos foram conectados cirurgicamente em aparelhos de auto-injeção...colocados em gaiolas isoladas...e treinados a auto-administrar as drogas pressionando uma alavanca no interior da gaiola.
Cartum rato dentro Caixa de Skinner. Desenho de rato engaiolado pressionando alavanca. Os pesquisadores observaram os ratos engaiolados auto-injetarem poderosos psicofármacos. Dominados por seus hábitos, alguns ratos escolheram injeções de drogas em preferência a alimentos e água. Suicidaram-se por negligência.
Cartum pesquisadores comparando notas. Cientistas homens preocupados, com um papel. As implicações eram sombrias e preocupantes. Parecia que as drogas seriam capazes de infligir um terrível mal ao auto-controle dos indivíduos...e que se as drogas estivessem tão livremente disponíveis para as pessoas quanto estiveram para ratos de laboratórios...as consequências certeiras seriam vício em massa e crise social.
Cartum Professor Bruce Alexander segurando rato. O professor Bruce Alexander pensava de outra forma. Ele questionava o quanto aprenderíamos sobre a dependência humana estudando ratos. Ele questionava o quanto aprenderíamos estudando ratos em isolamento.
Quadrinhos ratos dentro de gaiola. Cartum homem dentro de cela, experimento droga. Descendente de ratazanas selvagens, os ratos albinos de laboratório permaneceram criaturas curiosas, gregárias e sociáveis...então a privação sensorial dos clássicos experimentos com drogas era praticamente tortura para eles. Alexander se questionou se ele também mergulharia nas drogas se fosse trancado em uma caixa e não tivesse outra opção.
Cartum cientistas com fantasia dos Caça-Fantasmas e desenho de lamparina. Em 1977, o Prof. Alexander montou uma equipe de pesquisadores na Universidade Simon Fraser. Bruce Alexander. Barry Beyerstein. Robert Coambs. Patricia Hadaway. A equipe decidiu repetir o clássico experimento com ratos e drogas...mas com algumas diferenças cruciais.
Cartum do ângulo inferior de homem pegando seringa. Desenho em cartum da abertura da porta da masmorra. O experimento investigaria o poder de dependência de drogas usando morfina...um parente próximo da heroína, afamada como “irresistível” e “destruidora de vidas”. A equipe se aventurou corajosamente no obscuro domínio da dependência de drogas, perguntando-se o que iriam encontrar.
Cartum visão isométrica laboratório rato rack gaiola. Os pesquisadores usaram uma sala grande dentro da universidade e começaram a preparar um experimento cuidadosamente controlado. Em uma parte da sala eles colocaram uma série de gaiolas de arame convencionais (18 x 25 x 18cm). As paredes de metal das gaiolas isolariam esses ratos, evitando que eles tivessem contato físico ou visual.
Cartum visão isométrica oficina de carpintaria. Desenho caixa de madeira. Na outra parte da sala, os pesquisadores construíram um grande recinto de compensado. Medindo 8.8m², o recinto tinha mais de 200 vezes a área das gaiolas padronizadas de laboratório.
Desenho ângulo superior recinto dos ratos. Cartum ratos, latas, rodas. Os pesquisadores pintaram as paredes com cenários de florestas e ambientes naturais. Eles cobriram o chão com serragem aromática para os ratos fazerem ninhos... ...e deram aos ratos caixas e latas para se esconderem ou brincarem.
Cartum pesquisadores Ratolândia ângulo alto gaiolas laboratório. Importante: os pesquisadores deram aos ratos outros ratos para brincar, brigar, acasalar e interagir. Satisfeitos que haviam criado um paraíso para roedores...eles chamaram o recinto de 'Ratolândia'...e começaram os experimentos com os ratos.
Desenho cientista feminina segurando rato de laboratório. Cartum rato dentro gaiola, pesquisador olhando dentro. O experimento de 'sedução'. 32 ratos (16 machos / 16 fêmeas) foram distribuídos aleatoriamente nas gaiolas isoladas ou na colônia habitacional da Ratolândia. Os pesquisadores deram a ambos os grupos de ratos a escolha de dois líquidos...e mediram seu consumo.
Cartum gaiolas ratos bebendo de tubos, desenho preto e branco. Dias 1-3. A equipe percebeu que os dois grupos de ratos amavam fluidos açucarados (um xarope de sacarose)...e odiavam fluidos amargos (uma solução de quinino sem adição de drogas). Dias 4-8. Os pesquisadores também testaram em ambos os grupos uma solução sem droga de quinino e sacarose para avaliar seu paladar agridoce.
Cartum Ratolândia ângulo superior ratos tubos de alimentação. Já tendo entendido o paladar dos ratos, os pesquisadores começaram a tentar seduzir os ratos a beberem morfina. (Morfina: uma droga opiácea semelhante a heroína.) Imaginando que os ratos iriam evitar a droga pelo seu gosto amargo, a equipe 'adoçou a proposta'...adicionando várias proporções de açúcar para persuadir os ratos a beberem morfina.
Cartum ângulo inferior cientistas Caça-Fantasmas pegando frasco. Água açucarada / Morfina. Os pesquisadores 'tiravam o doce' das misturas a cada 5 dias. Gradualmente transformando o líquido narcótico e amargo em uma mistura doce, mas ainda assim com a droga. Alexandre e sua equipe observaram cuidadosamente a tolerância dos ratos ao gosto ruim para poder experimentar os efeitos da droga morfina. Será que os dois grupos de ratos iriam consumir as drogas em níveis diferentes de açúcar?
Desenho de ângulo superior de rack de ratos de laboratório. Cartum Ratolândia gaiolas de ratos. Dias 9-13: No início, todos os ratos evitaram as soluções de morfina extremamente amargas...mas conforme os pesquisadores baixaram a morfina (Dias 14-18), os ratos começaram a experimentar os líquidos mais doces. Os ratos isolados nas gaiolas começaram a beber morfina muito antes do que os da Ratolândia...e em quantidades muito superiores: o consumo nas gaiolas foi até 19 vezes maior do que na Ratolândia para certas doses.
Cartum ângulo superior ratos da Ratolândia e ratos engaiolados. Enquanto os ratos engaiolados pareciam mergulhar com satisfação no mundo das drogas...os ratos da Ratolândia resistiram. A morfina disponível à vontade ficou praticamente intocada na Ratolândia...onde os ratos aparentemente preferiam uma vida social sem interrupções pelos efeitos da morfina.
Desenhos preto e branco close-up rato. Cartum Ratolândia roda. Dias 19-23. Os pesquisadores aumentaram o açúcar...e os ratos engaiolados mergulharam ainda mais em sua narcose. Mas mesmo assim os ratos da Ratolândia evitaram a morfina que estava livremente disponível. O consumo na Ratolândia subiu, mas permaneceu apenas uma fração da de seus vizinhos solitários.
Cartum ângulo superior pesquisadores Ratolândia observando ratos. Dias 24-28. Por fim, a equipe de Alexander ajustou a proporção açúcar/droga em um coquetel ao qual nenhum dos ratos podia resistir. Os ratos que tinham evitados a mistura com muita morfina, começaram a beber o xarope doce com um teor “light” de narcótico. Os pesquisadores estavam convencidos de que os ratos estavam evitando os efeitos das drogas, não o sabor.
Cartum pesquisador Robert Coambs segurando recipiente morfina desenho gaiolas ratos. Para isso, em um experimento paralelo, a equipe descobriu que a aversão dos ratos à água com morfina e açúcar podia ser revertida pela adição de naltrexona no líquido. O aditivo funciona como um antídoto à morfina: neutraliza os efeitos da droga, mantendo o sabor açucarado. Os ratos passaram a mamar misturas antes evitadas, agora que estavam aditivadas com naltrexona...aprendendo que beber não iria entorpecer seus sentidos.
'Largando o vício'. Outro experimento da Ratolândia testou a natureza “viciante” dos opiáceos na direção oposta. Em vez de tentar seduzir os ratos em iniciar voluntariamente o vício em morfina...os pesquisadores deliberadamente viciaram os ratos e depois observaram o que aconteceria quando novamente tivessem opções de escolha.
Desenho ratos correndo rodas. Cartum demônios fantasmas sobre ratos. Os pesquisadores estavam investigando os sintomas de abstinência da dependência de drogas...e o conceito que sugere que o efeito fisiológico de abandonar opiáceos é tão insuportável que seus usuários não conseguem parar seu vício.
Cartum pesquisadores ajustando equipamentos experimento Ratolândia. Os pesquisadores pegaram 32 novos ratos...(10 no isolamento, 22 na Ratolândia)...e os colocaram em um regime de líquidos projetado para produzir tolerância e dependência física em cada rato.
Cartum ângulo inferior ratos dentro de gaiolas de malha de arame. Na maioria dos dias, os ratos não receberam outro líquido além da solução de água com morfina. A equipe fragmentou o experimento em nove “dias de escolha”: dias em que os ratos podiam escolher entre água e água com morfina. Será que os ratos viciados iriam escolher a água ou as drogas?
Cartum preto e branco rato dentro gaiola, pesquisador olhando dentro. Os resultados mostraram tendências claras nos “dias de escolha”: Os ratos isolados continuaram seu estupor morfínico e até aumentaram o seu consumo nos “dias de escolha”. A história no outro lado da sala, na Ratolândia, foi diferente. Embora fisicamente dependentes da morfina, os ratos da Ratolândia diminuíram o uso de drogas nos “dias de escolha”. Os trêmulos ratos apresentaram claros sintomas de abstinência. Mesmo assim, os ratos da Ratolândia evitaram a morfina.
Cartum família ratos inquietos experimento de drogas Ratolândia. Os ratos de ambos os grupos eram fisicamente dependentes de morfina, mas se comportaram de maneiras distintas. Para Alexander e sua equipe, os ratos da Ratolândia escolheram aguentar os sintomas de abstinência da morfina...tentando deliberadamente retornar a uma vida social sem as perturbações dos efeitos das drogas. Uma vida social “normal” que não era disponível para os ratos engaiolados.
Desenho cientistas Ghostbusters segurango cartum lampiões, tochas, lanternas. Bruce Alexander e sua equipe fizeram vários experimentos dentro da Ratolândia.Juntos, a equipe explorou com seus luzeiros as profundezas escuras da base da teoria sobre a dependência de drogas...tentando cercar e enfrentar as evidências que estão no coração dos argumentos que criminalizam o uso de drogas.
Cartum demônios fantasmas fugindo do brilho da luz. Encurralados pelo clarão examinador dos focos de luz dos pesquisadores...os medos básicos que estão por trás dos argumentos de proibição das drogas pareciam muito menos assustadores. Os estudos da Ratolândia foram parte das evidências que viraram o jogo dos contos de terror sobre as “drogas demoníacas”...em direção a uma compreensão mais multifacetada das drogas e do vício.
Cartum Bruce Alexander homem sentado em escritório na escrivaninha. O Prof. Alexander observou três pontos em comum nos experimentos da Ratolândia: I: Apesar da reputação da heroína como “droga demoníaca” viciante...os pesquisadores tiveram grande dificuldade em persuadir os ratos a usarem drogas. Longe de ser um veneno irresistível...açúcar, habituação forçada e isolamento foram essenciais para fazer os ratos quererem beber a mofirna.
Cartum desenho ratos. Paródia capa Led Zeppelin II. Arte em quadrinhos Led Zeppelin III preto e branco. II: Dada a oportunidade de viver em uma sociedade “normal”, com habitações confortáveis e contato social...os ratos que viviam na Ratolândia tinham pouco apetite por opiáceos. III: A dependência química não foi o fator mais forte a influenciar os hábitos dos ratos. Ao invés de serem enfeitiçados pelo vício de forma idêntica...o consumo de droga dos ratos variava conforme os contextos físico, mental e social.
Desenho homem atravé da janela da porta. paródia capa Led Zeppelin IV. Cartum preto e branco capa Houses of the Holy. Sala da Ratolândia. Desativado. A universidade cancelou o financiamento da pesquisa em 1982...a madeira compensada foi cortada em pedaços...os ratos foram retirados de seu paraíso...e os pesquisadores encontraram outros projetos.
Desenho Bruce Alexander andando pela rua. Cartum paródia capa do álbum Physical Graffiti do Led Zeppelin. Bruce Alexander foi cauteloso em evitar que os resultados da Ratolândia fossem generalizados de forma exagerada...e evitou os erros dos pesquisadores dos anos 1960, que aplicaram aos humanos as suas descobertas sobre a auto-injeção de drogas em ratos.
Desenho ângulo superior homen sentado na mesa. Cartum preto e branco paródia capa do álbum Presence do Led Zeppelin. No entanto, os resultados do estudo ainda o perseguiam. O que houve na “Ratolândia”, que permitiu que seus moradores evitassem o vício, apesar das drogas estarem livremente disponíveis?
Arte quadrinhos paródia capa In Through the Out Door. Desenho cartum preto e branco barman John Bonham. E o que houve naquelas gaiolas que levou os ratos a se perderem no consumo de drogas? Será que os humanos precisariam serem trancados em gaiolas para se sentirem da mesma maneira? Ou existem outros tipos de isolamento que podem levar ao vício?
Desenho cartum ângulo inferior Porto Central de Vancouver. Homem passando mendigo sentado na rua. O trabalho de Bruce Alexander ultrapassou o mundo dos ratos...para o mundo das pessoas...mas continuou perseguido por uma questão persistente dos experimentos da Ratolândia:
Cartum panorama longa distância horizonte Vancouver. Desenho preto e branco homem atravessando a rua. E se a diferença entre ser ou não ser viciado em drogas...for a diferença entre se perceber tendo um lugar no mundo...
Desenho cartum preto e branco mendigo empurrando carrinho de compras. ...ou ver seu mundo como uma gaiola?

Support the artist

Os experimentos de Bruce Alexander e sua equipe, intitulados de “Ratolândia” nesta HQ, foram originalmente nomeados em inglês como “Rat Park”. Em português as vezes eles também são chamados de “Parque dos Ratos”.

Para maiores informações, visite O problema é a jaula.

Se quiser conhecer outra HQ sobre drogas, por favor leia Guerra às drogas.

  1. Tio do Computador says:

    Quero esfregar isso na cara dos policiais quando vierem na minha escola com aquele papinho de “diga não às drogas”. É uma questão importantíssima!
    Parabéns ao artista pela escolha do tema, o desenho expressivo e os traćos limpos!

  2. Monica says:

    Thank you!!!!!!!!

  3. Diego DUenhas says:

    Motivador demais! Estou emocionado pra caraleo…
    Parabéns e obrigado!

  4. Bety says:

    Como ouvi de um dependente uma vez: O VICIO É SÓ A CEREJA DO BOLO …. vem de todo um contexto familiar e social e que faz com que alguns sujeitos se fechem em seu mundo (gaiola). E mais “coisinhas” como o mecanismo chave-fechadura e fatores genéticos. Nem todos conseguem criar vastas e boas possibilidades.

  5. Pedro says:

    Meu deus que foda.

  6. Marco Manucci says:

    Sensacional!!!!!

  7. Eduardo says:

    o tratamento fisiopatológico supera o bioquímico!

  8. TIAGO LOPES DE SOUZA says:

    Muito interessante! Gostei bastante, parabéns!

  9. Claudio says:

    Excelente, muito boa as aparições “subliminares” do Led Zeppelin, rá!

  10. Rodrigo Leão says:

    Muito legal o trabalho!! Adorei!!
    Parabéns e sucesso!!!

  11. f says:

    a discriminação e o preconceito é uma forma da sociedade dizer aos diferentes q não tem espaço ou direito d existir.

  12. Pingback: Ratolândia e outras histórias: a guerra contra as drogas | PECEP

  13. Elizabeth M Kiraly says:

    Gostei…PERCEBER TENDO UM LUGAR NO MUNDO…… isto

  14. David says:

    Parabéns!
    estou estudando a respeito do vicio,
    lauren slater, também merece prestigio,
    vou contribuir com toda certeza.

  15. Pingback: Para muito além das atitudes… Quadrinhos com reflexão sobre a importância do ambiente social no vício. | inédita

  16. Caio says:

    Muito bom, parabéns!

  17. Marcilio says:

    Parabéns!
    Um belo trabalho de difusão científica, espero que ele inspire muitos pesquisadores.

  18. Pingback: Conheça a Experiência com drogadição da Ratolândia | Movimento Nacional Antiproibicionista

  19. Ana Terra says:

    Os ratos, poderiamos ser nos e os cientistas os nossos Deuses… Parabens!

  20. Vicente says:

    Concordo com todas as palavras do Jorge. Cada um enxerga o mundo de forma diferente, generalizações nunca funcionam.

  21. Jorge says:

    É uma discussão de surdos. Parece óbvio que o vício tem ligação profunda com a sensação de não pertencimento á sociedade, á uma insatisfação existencial ligada á diferença entre o que a vida é e o que a vida pode ser.
    Mas… Como resolver isso? Legalização seria apenas isso, legalização. Que medida coletiva surtiria efeito quando o conceito de “estar preso em uma gaiola” é tão individual?

  22. doug_bc says:

    Sensacional! O quadrinho e sua narrativa estão no mesmo nível desse experimento genial.

  23. Cristiano says:

    Resumindo, o vício em açúcar é maior que na morfina, quantos raros da ratolândia desenvolveram diabetes?

  24. Cristiano roberto says:

    Ficou incrível. Uma sugestão: que tal o experimento do Stanley Milgram?

  25. Leonora says:

    Excelente!

  26. Sandro Góes says:

    Parabéns! Ficou FANTÁSTICO!!

  27. Helena says:

    Beautiful social work! Congrats!

  28. Thiago says:

    Gostei :D

  29. Bruna D. Chimelo says:

    Great!

  30. Claudio says:

    Thanks for this work.

  31. Francisco Chagas says:

    O que vc quer dizer com gaiola? é o proibido que atrai?

    • Luiz says:

      A Gaiola pode ser a clínica de reabilitação. Mas mais do que isso. Muita gente atualmente não vê um sentido da vida, um lugar para elas no mundo. Se sentem perdidas e isoladas. Aquele trabalho chato, a sociedade injusta, etc. O Mundo sem lógica, sem perspectivas, seria sua gaiola. Entendeu?

  32. Dario says:

    Excelente! Muito obrigado.

  33. Betânia Maria says:

    Muito interessante esta pesquisa.

  34. Pingback: reflexão sobre a humanização no trato com as drogas | Filosofia Animada

  35. Pingback: Dependência de drogas: o problema é a gaiola | Ψ KratsPsiquê

  36. Pingback: Haddad muito bem: é a atitude que sacode! vou desenhar… | Itinga - Lauro de Freitas

  37. Davy says:

    Achei o experimento e a conclusão irados, mas tenho umas ressalvas quanto ao formato. Acho que com esse tema aí o cara podia ter tido uma sacadas mais massas, em vez de fazer essa parada super expositiva. Como ele bem esboçou no finzinho, com o quadro em que a luz do pesquisador ilumina o rato e dispersa os fantasmas do vício; e com o quadro que contrasta uma pessoa socialmente inserida (na estrada, horizonte aberto) com um pária (de frente para um muro). Sei não, quadrinhos são uma mídia com tantas possibilidades, dá para fazer altas coisas até com formato de balões e letreiramento. Mas isso deve ser frescura de entusiasta. A opinião que o autor expõe como a do pesquisador é bem clara , e eu acho que, no fundo, é o que importa. Opinião de que eu partilho, inclusive.

  38. Pingback: Socialista Morena » Qual a diferença entre crack e cocaína? A classe social de quem consome

  39. Thalyse says:

    Muito bom mesmo! Parabéns pelo excelente trabalho e iniciativa!

  40. Pingback: Dependência de drogas: o problema é a gaiola | Liberdade! Liberdade!

  41. Carol says:

    muito bom cara! parabéns!

  42. Evelin Limeira says:

    Adorei.

  43. Pedro Paulo says:

    Excelente trabalho e ótima forma de expor conhecimento. Grato.

  44. Thaynara says:

    Achei Fantástico! Realmente essa percepção individual do mundo onde vivemos, e do espaço em que nele ocupamos, pode ter grande ligação nas dependências! Parabéns!

  45. Luana says:

    ”E se a diferença entre ser ou não ser viciado em drogas… for a diferença entre se perceber tendo um lugar no mundo… ou ver eu mundo como uma gaiola?” Fantástico! Gostei muito desse novo ponto de vista sobre as substâncias psicoativas.

  46. Montessori says:

    Muito bom. Parabéns pelo trabalho!

  47. Carolina L B says:

    As a Biologist, I was really excited with your work. It is amazing for me when Science is so well explained, in so simple forms, and therefor can reach all kinds of publics. Congratulations!

  48. Andrei says:

    Good job!

  49. elisabeth says:

    Wonderful, maravilhoso!

  50. Wesley says:

    magnífico.

  51. Gafanhoto says:

    Certíssimo! Perfeito!

  52. Vicente Caldas says:

    Excelente!

  53. Denise Zuma says:

    Muitas vezes, a gente, por decepções vamos nos “engaiolhando”, lentamente, sem perceber. Vivendo num mundo protegido, longe dos humanos. Optando por uma exclusão social . Isso nos enfraquece. Vamos adicionando a nossa vida vários meios de fuga, ficando assim, cada vez mais dependentes e fracos. Se, por outro lado , rompemos essa zona de conforto e aprendemos a viver socialmente,(dia a dia) encarando as decepções ficaremos fortes e mais fortes para desejar conviver com outros seres humanos com seus erros e acertos. Principalmente, não sentiremos mais a necessidade de utilizar nenhum meio de fuga!

  54. Pingback: Os quadrinhos educativos de Stuart McMillen | Torre dos Gurus

  55. Jefferson Ricando says:

    Uma merda, essa comparação ridícula baseada na mente de um usuário de drogas, querendo justificar seu vício. Ignorando os reais efeitos da droga no organismo e concluindo que basta um “lugar no mundo” decente que inibe os efeitos viciantes, toxicologicos e destrutivos das drogas

  56. Ana Paula says:

    Muito bom! Adorei.

  57. carlos silva says:

    FANTÁSTICO! ESPECIALMENTE A CONCLUSÃO FINAL.

  58. Ana Carmen Oliveira says:

    Congratulations! Marvelous!

  59. Rodolfo Borges says:

    Bravo! Bravo! Parabéns ao artista!!!

  60. Thiago do Vale Costa says:

    Maravilhoso, trabalho que dá acesso a população não excluindo critérios metodológicos essenciais para certificar hipóteses.

  61. Pingback: DDD (Dica Do DAR) - RATOLÂNDIA: quadrinhos inspirados em estudo com ratos mostram que problema é a jaula, não as drogas - DAR - Desentorpecendo A Razão : DAR – Desentorpecendo A Razão

  62. Magno Araujo says:

    Excellent work. High quality. Debate extremely current! The question relates addiction with our perspective of life is controversial and requires multiple viewings. Points to the important issue that is not a drug problem, but the way we relate to it. The way we organize our society!

  63. Magno Araujo says:

    Excelente trabalho. Muita qualidade. Debate extremamente atual! A pergunta que relaciona o vício a nossa perspectiva da vida é polêmica e exige múltiplos olhares. Aponta para a importante questão de que não é a droga, o problema, mas a maneira como nos relacionamos com elas. Ou seja, a maneria como nos organizamos em sociedade.

  64. Pedro Lamarão says:

    Novamente, não apenas genial, quanto informativo. Perseguir “Bruce K. Alexander” na Wikipedia é o próximo passo.

  65. Airton Lima says:

    …mas um argumento (dissublimação) contra a legalização das drogas.

  66. Tiago Irineu says:

    A HQ é simplesmente genial. E muito interessante. Já pensaram em fazer versões impressas? Para divulgar as pesquisas, e os trabalhos do autor. Seria de muita valia. E parabéns ao Stuart pela arte. E aos cientistas que ousam desafiar o senso comum.

  67. Isabela Gatti says:

    Obrigada por me mandar o e-mail avisando dessa nova HQ. Gostei muito do experimento realizado e com certeza faz muito sentido. Gostaria de saber se Bruce publicou algo que eu pudesse ler, como um artigo, dissertação ou tese. A abordagem social sobre a realidade das drogas deve sempre ser repensada. Aqui no Brasil existem muito estudos sociais sobre isso, na tentativa de entender para resolver. Infelizmente são poucas as pessoas que têm acesso a esse tipo de informação. Espero, sinceramente, que isso mude. Parabéns pelo ótimo trabalho!!!

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>